Comemorámos essa data com a elaboração de diversos trabalhos. Até ouvimos a história da Bela e do Monstro, que realça o amor da Bela, uma jovem linda, para com uma criatura horrível, que é o Monstro.
Amar os outros é maravilhoso: amor de pais, de filhos, de amigos,...
Esperemos que esse dia tenha sido positivo para todos!
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Projeto "No banco da escola"
No dia 19 de janeiro de 2012, as turmas 4 e 5 participaram numa atividade dinamizada pelo banco BES.
Aprendemos "como depositar e levantar dinheiro" e "como poupar". Para além disso, fizemos desafios matemáticos.
Foi muito divertido! Ganhamos uma mochila com CD, desafios matemáticos, um bloco e rebuçados!
Agradecemos à equipa que preparou este teatro para nós!
Aprendemos "como depositar e levantar dinheiro" e "como poupar". Para além disso, fizemos desafios matemáticos.
Foi muito divertido! Ganhamos uma mochila com CD, desafios matemáticos, um bloco e rebuçados!
Agradecemos à equipa que preparou este teatro para nós!
Trabalhos de Natal - Turma 5
No âmbito do projeto "Lixo-Reduzir, separar para reutilizar ou reciclar", os alunos da turma 5 construíram diversos objetos decorativos como botas, estrelas e árvores de Natal para enfeitar a nossa sala. Também construíram carteiras com pacotes de leite para a família.
Reciclar é muito importante hoje em dia para que o nosso planeta esteja menos poluído.
Experimentem porque podem realizar trabalhos muito giros!
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Projeto "Crescer" - Confeção de uma salada de fruta
No âmbito do projeto "Crescer", a turma 5 da Escola EB1 de Estoi confecionou uma salada de fruta com frutos do outono.
Gostámos muito! Foi divertido!
Experimentem! Vão adorar!
Gostámos muito! Foi divertido!
Experimentem! Vão adorar!
Receita da salada de fruta com frutos do outono:
Romãs, nozes, uvas, maçãs, peras, bananas,...
Sumo de laranja e água das Pedras (para a banana não escurecer) e muita boa vontade!
A turma 5
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Visita de Estudo
No dia 10 de Novembro realizámos uma visita de estudo à estação de triagem do sotavento e estação de transferência de Faro-Loulé-Olhão. Uma técnica qualificada pela unidade mostrou-nos o funcionamento da estação de transferência de resíduos, do ecocentro e da estação de triagem dos resíduos recicláveis depositados nos ecocentros e ecopontos. Lá vimos uma separadora, que selecionava os resíduos e uma enfardadeira, que formava fardos de resíduos.
O lixo que se produz e que se coloca no contentor normal, segue num camião para o Aterro Sanitário da ALGAR. Também há lixo que se coloca nos ecopontos. O cartão e o papel são colocados no ecoponto azul. Neste ecoponto só se pode colocar papel e cartão limpos. As embalagens de plástico, de metal (as latinhas) e os pacotes de leite e de sumo são colocados no ecoponto amarelo. As embalagens de vidro são colocadas no ecoponto verde, sem as tampas, essas são colocadas no ecoponto amarelo. As pilhas são colocadas no pilhão.
Quando os ecopontos estão cheios, vem um camião da ALGAR para levar as embalagens para a estação de triagem – que é um local onde se separa tudo muito bem, para depois ser enviado para as fábricas recicladoras. Nas fábricas as embalagens são transformadas em embalagens completamente novas, que seguem para o supermercado. É assim que se faz a reciclagem!
Os restos de vegetais também podem ser reciclados numa caixa que se chama compostor. Coloca-se no compostor os restos de frutas, legumes, folhas verdes e secas dos jardins e os ramos das árvores. Alguns meses depois, esses restos transformam-se numa terra muito fofa, que se vai chamar composto. O composto serve para colocar nas plantas.
O lixo que se produz e que se coloca no contentor normal, segue num camião para o Aterro Sanitário da ALGAR. Também há lixo que se coloca nos ecopontos. O cartão e o papel são colocados no ecoponto azul. Neste ecoponto só se pode colocar papel e cartão limpos. As embalagens de plástico, de metal (as latinhas) e os pacotes de leite e de sumo são colocados no ecoponto amarelo. As embalagens de vidro são colocadas no ecoponto verde, sem as tampas, essas são colocadas no ecoponto amarelo. As pilhas são colocadas no pilhão.
Quando os ecopontos estão cheios, vem um camião da ALGAR para levar as embalagens para a estação de triagem – que é um local onde se separa tudo muito bem, para depois ser enviado para as fábricas recicladoras. Nas fábricas as embalagens são transformadas em embalagens completamente novas, que seguem para o supermercado. É assim que se faz a reciclagem!
Os restos de vegetais também podem ser reciclados numa caixa que se chama compostor. Coloca-se no compostor os restos de frutas, legumes, folhas verdes e secas dos jardins e os ramos das árvores. Alguns meses depois, esses restos transformam-se numa terra muito fofa, que se vai chamar composto. O composto serve para colocar nas plantas.
Turma 4 (3.º e 4.º anos)
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Lenda do Almocreve de Estoi
Habitualmente, o almocreve José Coimbra percorria de burro os caminhos do Algarve.
Um dia, ao passar junto das ruínas de Milreu, perto de Estoi, encontrou uma bela moura encantada. Vestida com um manto de princesa, a moura sorriu-lhe e ele, fascinado, seguiu-a.
A moura chegou a um sítio, bateu com o pé no chão três vezes e um alçapão abriu-se. Desceram ambos por uma escadaria de mármore até uma sala enorme revestida a ouro. A moura deixou-o só por uns instantes. Voltou acompanhada por um leão e uma serpente, seus irmãos encantados.
A moura prometeu a José o palácio e todo o seu ouro se ele quebrasse o encanto. Para isso, teria de ser três vezes engolido e vomitado pelo leão e três vezes abraçado pela serpente. O corpo do almocreve ficaria em chaga e, finalmente, a moura o beijaria na fronte para lhe retirar os santos óleos do baptismo.
O almocreve pediu-lhe para pensar e a moura deixou-o partir com duas barras de ouro.
José Coimbra voltou para casa e tentou esquecer o episódio.
Passado pouco tempo, começou a empobrecer e decidiu vender as duas barras de ouro. Quando olhou para as barras, ficou cego. Como última esperança, resolveu consultar um especialista de olhos em Faro.
Ao passar por Estoi, apareceu-lhe a moura. Esta acusou-o de ter faltado à promessa de lhe dar uma resposta. Só lhe tinha poupado a vida porque ele nunca tinha revelado o segredo daquele encontro.
O almocreve chorou arrependido. Comovida, a moura decidiu perdoar-lhe e devolver-lhe a visão.
Conta-se que o almocreve nunca mais voltou a passar por Estoi, onde ainda hoje uma moura e os seus irmãos esperam por quem os queira desencantar.
Ana Filipa
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